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 UMA MÃO DE OBRA MUITO ESPECIAL

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Administrador do Fórum
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Mensagens : 697
Data de inscrição : 15/04/2012

MensagemAssunto: UMA MÃO DE OBRA MUITO ESPECIAL   Ter Maio 22, 2012 10:05 am

Amigos,

Deem uma olhada no vídeo e no texto abaixo e ponderem.

Minha experiência pessoal foi muito positiva...!!!!





Traduzindo:
"Você foi capaz de distinguir dentre os profissionais deste vídeo, quais são portadores da Síndrome de Down ????" ....... Nem nós !!!!!
(Vídeo Gerado pela Associação Italiana em Prol dos Portadores da Síndrome de Down.)

Honestamente ??? Alguém viu alguma diferença ???

Vejam agora uma importante iniciativa do SEBRAE - MATOGROSSO.


SEMANA DO PANIFICADOR
Portadores de síndrome de down são treinados para atuar em padarias e confeitarias

Curso visa tanto a inserção no mercado de trabalho quanto a valorização individual

Estimular a integração social dos portadores de Síndrome de Down é um trabalho para a vida inteira. É o que defende Cleoni Ferreira a diretora da escola Juliano Varela, uma ONG especializada no atendimento aos portadores desta deficiência. E para ela, um ponto fundamental nesse sentido é o acesso ao mercado de trabalho. “É ótimo para eles. Assim, conseguem sair desse nosso mundinho”, relata.

Desde os 17 anos, os alunos da escola passam por oficinas de capacitação para os serviços de limpeza, secretariado, auxiliar de cozinha, entre outras atividades que os prepara para, no ano seguinte, serem encaminhados às empresas parceiras da escola. Agora, alguns estudantes vão poder adicionar mais uma habilidade aos seus currículos. É que sete alunos participam no Sebrae do minicurso de Confeitaria para Portadores de Necessidades Especiais, até sexta-feira, 3, durante a Semana do Panificador, que acontece em Campo Grande.

Ministrado pelo instrutor Neilson Braga, do Senai, o curso com duração de 12 horas ensina os participantes a fazer pequenos pratos para aumentar seu repertório na cozinha: o pão de queijo, o casadinho de milho e o sablê de mesa, uma espécie de biscoito amanteigado. Esta não é a primeira vez que Neilson trabalha com uma turma de alunos especiais. Nos anos anteriores, ele conta que já deu aulas de culinária para surdo-mudos e cadeirantes. “Todo ano a gente faz um curso de capacitação. O método é diferente, as apostilas também. Mas vale muito a pena”.

A legislação brasileira determina às empresas, com 100 ou mais empregados, uma cota de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiências. As aulas de confeitaria vão ser mais uma forma de abrir as portas do mercado de trabalho para este grupo. No curso, o instrutor se encarrega de ralar o queijo e quebrar os ovos, e os alunos aguardam a oportunidade de sovar a massa. Um cuidado que os estudantes não vão receber quando estiverem empregados. “Para adentrar o ambiente empresarial, o aluno tem que estar apto a competir como qualquer outro candidato. As empresas procuram um funcionário, não importa sua condição”, ressalta a gerente administrativa da escola, Jussara Weber.





As aulas de confeitaria são mais uma forma de abrir as portas do mercado de trabalho para eles
Algumas empresas procuraram a Juliano Varela para buscar parcerias na contratação de trabalhadores com síndrome de down. Muitos atuam em atividades manuais, em locais como supermercados, frigoríficos e fábricas. “Ninguém passa a mão na cabeça deles por serem especiais”, diz Cleoni Ferreira. “Se eles têm problemas, são punidos. Para se ter ideia, já tivemos dois contratos cancelados porque não deram certo”.

Miguel Ângelo Silva, portador de down, tem 23 anos, vai sozinho para a escola e para o trabalho de empacotador em supermercado, onde atua há cinco anos. “É meu primeiro emprego, com ele ajudo em casa”, conta. Para a psicóloga da escola, Kátia Mendonça, a inserção no mercado de trabalho não é apenas um suporte econômico, mas principalmente, colabora com a autoestima dos alunos. “O Miguel tem uma autonomia que muitos não têm, isso cria um senso de realização pessoal”, explica.

A auxiliar em recrutamento e seleção do Supermercado Comper, de Campo Grande, Marcela Gonçalves, conta que as exigências são as mesmas para os demais funcionários. “E portadores de necessidades educacionais especiais as cumprem à risca, dão muito menos trabalho que os funcionários não-deficientes”, completa.

Para Cleoni, toda empresa pode receber um trabalhador com Síndrome de Down, desde que receba antes a informação necessária. Trabalho maior, segundo Jussara Weber é convencer as próprias famílias. “Muitos recebem pensão do governo devido à doença. No entanto, se passam a ter um emprego, esse benefício é cortado. Nosso trabalho é mostrar o valor dessa experiência para seu desenvolvimento”.

A Semana do Panificador é realizada pelo Sindepan (Sindicato da Indústria da Panificação e Confeitaria de MS), com apoio do Sebrae, Senai, SESI, CDL Campo Grande, Fiems e Prefeitura de Campo Grande. Integrando as atividades acontece o curso de Confeitaria para Portadores de Necessidades Especiais de 31 de agosto a 3 de setembro, no Sebrae, das 14h às 17h. A participação é gratuita.



Fica a dica. Já vivenciei compartilhar o ambiente de trabalho com essa pessoas e posso dizer de cadeira que são ........" EXCEPCIONAIS".

Dedicados, encaram o trabalho como um desafio profissional e "pessoal" !!!

Desde que vim para o mundo das pizzas, nunca havia recebido nenhuma informação a respeito da inclusão deles em nosso mercado.

Pena que não dirigem motocicletas !!!!

Abç

Flávio
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Pedro AG



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MensagemAssunto: Re: UMA MÃO DE OBRA MUITO ESPECIAL   Qui Maio 24, 2012 8:45 pm

Flávio,

Encontrei mais um exemplo de incorporação dos portadores de Síndrome de Down no ramo de pizzarias.

Nada mais, nada menos que PIZZA HUT.

Copio abaixo.



O Projeto Profissão para Todos possui o objetivo de incluir os portadores de qualquer tipo de deficiência (física, mental e visual, entre outras, e com síndrome de down) no mercado profissional e inseri-los no convívio social com outros funcionários, que visaoferecer oportunidade de trabalho, qualificação profissional e técnica para pessoas portadoras de deficiências e necessidades especiais.
Saiba mais
Um diferencial do ramo é a característica multidisciplinar que envolve praticamente todos os aspectos relacionados à administração de empresas, ao marketing e à gastronomia, oferecendo desta forma a possibilidade de aprendizado em diferentes áreas.A Pizza Hut, sabendo dessa necessidade de crescimento desenvolveu um Projeto Profissão para Todos com o objetivo de incluir os portadores de qualquer tipo de deficiência (física, mental e visual, entre outras, e com síndrome de down)no mercado profissional e inseri-los no convívio social com outros funcionários, que visa oferecer oportunidade de trabalho, qualificação profissional e técnica para pessoas portadoras de deficiências e necessidades especiais. O Programa Profissão para Todos envolve emprego remunerado em uma das 15 unidades da Pizza Hut na Grande São Paulo e aulas de apresentação e marketing pessoal, recepção e atendimento a clientes e técnica de vendas. Cerca de 26 vagas já foram preenchidas.O ProgramaOs participantes do projeto Profissão para Todos trabalham de 4 a 6 horas por dia, em horário apropriado, e exercem tarefas pertinentes aos seus perfis. A Pizza Hut SP oferece remuneração compatível com o cargo, cesta-básica, convênios médico e odontológico, seguro de vida, vale-transporte e alimentação no local.Os funcionários do projeto têm aulas no Senac São Paulo três vezes na semana sobre conhecimentos básicos e profissionais. A Pizza Hut SP firmou parceria com a instituição de ensino para integrar ainda mais os novatos na sociedade e no mercado de trabalho.ParticipantesPizza Hut seleciona pessoas com deficiência física, mental ou portadoras de síndrome de down que não tiveram oportunidades de trabalho, mas que tenham interesse em inserir-se ou de re-integrar o mercado de trabalho.Os participantes selecionados são contratados para exercer suas atividades no restaurante da Pizza Hut mais próximo à sua residência.Assim como os demais funcionários da empresa, os participantes do programa, além da remuneração pelo trabalho possuem seguro de vida, convênio médico e odontológico e cesta-básica.ParceirosA Pizza Hut firmou parceria com instituições beneficentes como a ADID (Associação para Desenvolvimento Integral do Down) e Casa de David (Casa de suporte à pessoas com doenças mentais leves) e SENAC que oferece aulas de conhecimentos básicos e profissionais aos participantes do projeto.
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Administrador do Fórum
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MensagemAssunto: Re: UMA MÃO DE OBRA MUITO ESPECIAL   Qua Jan 23, 2013 9:16 pm

Admin escreveu:
Amigos,

Deem uma olhada no vídeo e no texto abaixo e ponderem.

Minha experiência pessoal foi muito positiva...!!!!





Traduzindo:
"Você foi capaz de distinguir dentre os profissionais deste vídeo, quais são portadores da Síndrome de Down ????" ....... Nem nós !!!!!
(Vídeo Gerado pela Associação Italiana em Prol dos Portadores da Síndrome de Down.)

Honestamente ??? Alguém viu alguma diferença ???

Vejam agora uma importante iniciativa do SEBRAE - MATOGROSSO.


SEMANA DO PANIFICADOR
Portadores de síndrome de down são treinados para atuar em padarias e confeitarias

Curso visa tanto a inserção no mercado de trabalho quanto a valorização individual

Estimular a integração social dos portadores de Síndrome de Down é um trabalho para a vida inteira. É o que defende Cleoni Ferreira a diretora da escola Juliano Varela, uma ONG especializada no atendimento aos portadores desta deficiência. E para ela, um ponto fundamental nesse sentido é o acesso ao mercado de trabalho. “É ótimo para eles. Assim, conseguem sair desse nosso mundinho”, relata.

Desde os 17 anos, os alunos da escola passam por oficinas de capacitação para os serviços de limpeza, secretariado, auxiliar de cozinha, entre outras atividades que os prepara para, no ano seguinte, serem encaminhados às empresas parceiras da escola. Agora, alguns estudantes vão poder adicionar mais uma habilidade aos seus currículos. É que sete alunos participam no Sebrae do minicurso de Confeitaria para Portadores de Necessidades Especiais, até sexta-feira, 3, durante a Semana do Panificador, que acontece em Campo Grande.

Ministrado pelo instrutor Neilson Braga, do Senai, o curso com duração de 12 horas ensina os participantes a fazer pequenos pratos para aumentar seu repertório na cozinha: o pão de queijo, o casadinho de milho e o sablê de mesa, uma espécie de biscoito amanteigado. Esta não é a primeira vez que Neilson trabalha com uma turma de alunos especiais. Nos anos anteriores, ele conta que já deu aulas de culinária para surdo-mudos e cadeirantes. “Todo ano a gente faz um curso de capacitação. O método é diferente, as apostilas também. Mas vale muito a pena”.

A legislação brasileira determina às empresas, com 100 ou mais empregados, uma cota de 2% a 5% dos seus cargos com beneficiários reabilitados ou pessoas portadoras de deficiências. As aulas de confeitaria vão ser mais uma forma de abrir as portas do mercado de trabalho para este grupo. No curso, o instrutor se encarrega de ralar o queijo e quebrar os ovos, e os alunos aguardam a oportunidade de sovar a massa. Um cuidado que os estudantes não vão receber quando estiverem empregados. “Para adentrar o ambiente empresarial, o aluno tem que estar apto a competir como qualquer outro candidato. As empresas procuram um funcionário, não importa sua condição”, ressalta a gerente administrativa da escola, Jussara Weber.





As aulas de confeitaria são mais uma forma de abrir as portas do mercado de trabalho para eles
Algumas empresas procuraram a Juliano Varela para buscar parcerias na contratação de trabalhadores com síndrome de down. Muitos atuam em atividades manuais, em locais como supermercados, frigoríficos e fábricas. “Ninguém passa a mão na cabeça deles por serem especiais”, diz Cleoni Ferreira. “Se eles têm problemas, são punidos. Para se ter ideia, já tivemos dois contratos cancelados porque não deram certo”.

Miguel Ângelo Silva, portador de down, tem 23 anos, vai sozinho para a escola e para o trabalho de empacotador em supermercado, onde atua há cinco anos. “É meu primeiro emprego, com ele ajudo em casa”, conta. Para a psicóloga da escola, Kátia Mendonça, a inserção no mercado de trabalho não é apenas um suporte econômico, mas principalmente, colabora com a autoestima dos alunos. “O Miguel tem uma autonomia que muitos não têm, isso cria um senso de realização pessoal”, explica.

A auxiliar em recrutamento e seleção do Supermercado Comper, de Campo Grande, Marcela Gonçalves, conta que as exigências são as mesmas para os demais funcionários. “E portadores de necessidades educacionais especiais as cumprem à risca, dão muito menos trabalho que os funcionários não-deficientes”, completa.

Para Cleoni, toda empresa pode receber um trabalhador com Síndrome de Down, desde que receba antes a informação necessária. Trabalho maior, segundo Jussara Weber é convencer as próprias famílias. “Muitos recebem pensão do governo devido à doença. No entanto, se passam a ter um emprego, esse benefício é cortado. Nosso trabalho é mostrar o valor dessa experiência para seu desenvolvimento”.

A Semana do Panificador é realizada pelo Sindepan (Sindicato da Indústria da Panificação e Confeitaria de MS), com apoio do Sebrae, Senai, SESI, CDL Campo Grande, Fiems e Prefeitura de Campo Grande. Integrando as atividades acontece o curso de Confeitaria para Portadores de Necessidades Especiais de 31 de agosto a 3 de setembro, no Sebrae, das 14h às 17h. A participação é gratuita.



Fica a dica. Já vivenciei compartilhar o ambiente de trabalho com essa pessoas e posso dizer de cadeira que são ........" EXCEPCIONAIS".

Dedicados, encaram o trabalho como um desafio profissional e "pessoal" !!!

Desde que vim para o mundo das pizzas, nunca havia recebido nenhuma informação a respeito da inclusão deles em nosso mercado.

Pena que não dirigem motocicletas !!!!

Abç

Flávio


Amigos,

Hoje um membro aqui do fórum, citava sua dificuldade em conseguir mão de obra gabaritada para sua pizzaria.

Resolvi então upar esta mensagem que postei ano passado, para que todos possamos lembrar destes dedicados profissionais que estão aí no mercado, loucos para demonstrar sua habilidades e dedicação.

Quem sabe uma chance !!!!!

Flávio
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